Entenda o que é ‘disrupção’ e saiba como ela ameaça as empresas

Inovação

Primeiro passo é entender esse conceito, que está por trás do sucesso de empresas como o Google, a Netflix e a Apple

‘Disrup’ o que ? Se você não conhece essa palavra, está na hora de aprender. Ela está por trás das mudanças bruscas no mundo empresarial, na forma como consumimos produtos e serviços e no sucesso de empresas como Netflix, Google, Apple e Microsoft.

O termo “disrupção” foi cunhado pelo professor de Harvard Clayton Christensen. Ele é usado para descrever inovações que oferecem produtos acessíveis e criam um novo mercado de consumidores, desestabilizando as empresas que eram líderes no setor. Segundo o professor Kip Garland, da Fundação Dom Cabral, as tecnologias disruptivas, quando surgem, têm qualidade inferior aos produtos que dominam o mercado, mas eventualmente elas acabam ganhando terreno. “Foi o que aconteceu com o Youtube. Quando foi lançado, os estúdios davam risada. Quem iria querer assistir um vídeo de má qualidade, feito em casa? Os grandes estúdios não estavam preparados para responder a isso”, explica.

O mesmo ocorreu com as câmeras digitais. Inicialmente ignorada pelos fotógrafos profissionais pela qualidade ruim, elas ganharam a simpatia de fotógrafos amadores até substituírem completamente a tecnologia mais antiga.

Se na era ‘analógica’, as inovações disruptivas levavam anos ou até décadas, para se consolidar, o desenvolvimento da internet foi um terreno fértil para reviravoltas. Uma das empresas a surfar nesta onda foi a Netflix. O serviço ajudou a colocar uma pá de cal nas locadoras de vídeos, permitindo aos usuários o acesso online a vídeos e séries com poucos cliques e um precinho camarada (R$ 19,90 por mês). Em abril, a empresa atingiu o valor de U$S 32,9 bilhões na bolsa, superando a CBS, emissora líder de audiência dos Estados Unidos.

As altas cifras explicam porque nove entre dez empreendedores da área de tecnologia desejam ser disruptivos. Mas, para especialistas, poucos cumprem estes critérios. Aplicativos como Uber e AirBnb têm sido apontados como disruptivos, mas se eles realmente vão remodelar o mercado, só o tempo irá dizer. Christian Gessner, diretor-geral do Airbnb no Brasil, diz que o serviço tem um lado disruptivo, mas não ameaça a indústria hoteleira. “O mercado ficou maior através do AirBnb. Mas estamos atuando em indústria global de trilhões de dólares, numa parte tão pequena que não tem tanto impacto”, afirma.

Já o aplicativo Uber, que oferece transporte em carros particulares e rivaliza com o táxi, também tem sido apontado como um disruptivo (apesar de nem sempre ser mais barato). “Qualquer um que entre em um mercado consolidado oferecendo outra solução, pode ser considerado disruptivo. A missão da Uber é melhorar a mobilidade urbana nas cidades. Oferecemos um modo fácil para uma pessoa solicitar os serviços de um motorista particular”, diz Fábio Sabba, porta-voz do Uber no Brasil.

No caso do Uber, há um entrave para a disrupção, pois ele atua em um mercado regulado. Para Leonardo Gomes, professor da FEA-USP, os governos precisam estar atentos para não alijarem as novas tecnologias. “Quando o automóvel surgiu, o governo britânico tentou proibir que os carros ultrapassassem a mesma velocidade das pessoas caminhando. Isso levou os empreendedores para os Estados Unidos”, lembra.

Entre as empresas de tecnologia, há uma corrida para se desenvolver inovações disruptivas. A aposta da Intel é na “internet das coisas”, ou seja, na comunicação entre objetos pela rede mundial de computadores. Os dados serão armazenados na nuvem. Difícil de visualizar?

Fernando Martins, diretor-executivo da Intel, exemplifica. “O painel do veículo vai ser conectado em uma série de serviços, como o seguro. A seguradora poderá monitorar como você dirige. O motorista consciente terá seguro mais barato”, diz. A Intel atua, por exemplo, em projetos com a GE para monitorar turbinas de avião, em que é é possível saber com precisão qual é o momento correto para fazer a manutenção de cada uma. “Hoje, a Intel está presente em 97% da nuvem. Há uma série de usos disruptivos que vão entrar na vida das pessoas, e a gente trabalha muito com futurismo, olhando dez anos para o futuro”, diz. Quem não fizer esse exercício de futurologia, pode acabar sendo “disruptido”.

LUISA BRASIL

fonte: http://odia.ig.com.br/noticia/economia/2015-06-28/entenda-o-que-e-disrupcao-e-saiba-como-ele-ameaca-empresas.html

Micro-Momentos

Micro-Momentos

Hoje eu assisti uma apresentação que falava sobre a mudança no comportamento dos consumidores em função do aumento no uso dos smartphones.

Nessa apresentação, a palestrante, uma pessoa da área de Marketing do Google, falava sobre o comportamento da nova geração, os Millennials, que de forma bem simplista são as pessoas nascidas 100% conectadas com a internet e ao meu ver que estão entre as gerações Y e Z, nascidos no final da década de 90 em diante.

A palestrante falou sobre diversos assuntos: disrupção, showrooming, internet of things, mas um que me chamou bastante atenção foi o conceito de Micro-Momento.

Neste link tem um site do próprio Google que fala bastante a esse respeito.

Sob o olhar do comportamento de consumo, o Micro-Momento é aquele em que a pessoa tem a necessidade de algo, produto, serviço, resposta, solução ou o que quer que seja e inicia uma busca ou ação para atender de forma imediata a essa necessidade. Isso se dá através do uso de dispositivos conectados a internet, como smartphones, tablets, relógios ou TVs.

Essa mudança no comportamento parece o caminho natural para a evolução do uso desses dispositivos e do consumo das pessoas, pois antes não tínhamos dispositivos 100% conectados a uma grande rede e capazes de nos responder de forma imediata a qualquer tipo de situação.

O bacana disso é que a visão de estratégia de mídia e marketing precisará ser repensada pelas empresas, pois a forma de consumo mudou e a facilidade de comunicação com os consumidores e entre eles é algo totalmente novo que deve ser explorado de novas formas.

O jeito antigo de se vender pela internet ou chamar a atenção com anúncios em sites e e-mails precisará ser repensado por várias indústrias e mercados.

Hoje em dia é muito comum uma pessoa assistir a um comercial na TV, que é uma mídia tradicional, e imediatamente pegar o celular ou tablet para buscar mais informações sobre aquele produto. Porém muitas vezes, o que a pessoa encontra no site, não é atrativo ou impactante o suficiente para que a pessoa tenha a resposta desejada.

O momento em que a pessoa ficou interessada e buscou mais informação na internet foi um micro-momento em que um negócio poderia ter sido realizado e se a empresa não estiver preparada para atender a esse micro-momento, está desperdiçando oportunidades.

Um exemplo comum, quando pegamos um táxi e nos deparamos com um grande trânsito até o nosso destino ou quando aguardamos um voo que está atrasado. Muitas vezes aproveitamos o tempo para pagar contas, fazer transferências, pesquisar produtos ou nos manter atualizados nas redes sociais e sites de notícias. Esses são micro-momentos, em que dentro de um grande-momento, utilizamos uma fração do tempo para realizar alguma ação através da internet.

O Google tem várias pesquisas, análises e indicadores que demonstram como está aumentando o uso de dispositivos móveis no Brasil e no mundo. Chega a ser até redundante escrever que o Google tem “informações” sobre isso, pois a modesta missão deles nada mais é do pegar toda a informação do mundo e organizar para que possa ser encontrada de forma simples e ágil. Mas não podemos esquecer que eles são um dos líderes no mercado de tecnologia para smartphones e dispositivos móveis com a plataforma Android, lutando de igual para igual, senão ganhando, da Apple e Microsoft, então faz todo sentido que eles olhem com muita atenção para a mudança do comportamento das pessoas.

Seja pelos Millennials, pelos geeks da geração X, pela adoção do uso da tecnologia com a aquisição de dispositivos smart por novos consumidores ou com a chegada de infra de comunicação de alta velocidade em novas regiões, todos que estiverem conectados e com aparelhos que permitam o uso de aplicativos, farão uso deles em vários momentos do dia para atender as necessidades dos seus micro-momentos.

Quem conseguir entender os micro-momentos das pessoas e criar soluções personalizadas para satisfazer as necessidades delas poderão alavancar bons negócios para suas empresas.

 

Izandro Pereira

Proprietário da NS4B, formando em Ciências da Computação, arquiteto de software, gerente de projetos, analista de sistemas, tecnologia, bancos de dados e programador por amor.

 

 

O Que é o Pipeline ou Funil de Vendas?

Funil de Vendas

No início do séc. XX, quando Frederic Taylor estudava a forma como eram executados determinados processos, percebeu que a decomposição de um processo em várias tarefas, permitia por análise, treino e afinação, a optimização do nível de desempenho de cada uma dessas tarefas com o consequente aumento da produtividade.

Assim nasceu a análise de processos e a gestão científica.

Alguns anos passados, e com o aparecimento da internet, o funil de vendas foi substituido pelo funil de compras, mas vamos ao primeiro que é bem mais fácil de perceber.

Desmontar o Funil de Vendas
Para se perceber o que é o “pipeline de vendas” é preciso perceber primeiro o que é o “ciclo de vendas”. Para o conseguir decompor, vejamos o exemplo do vendedor no semáforo:

O vendedor que estiver num semáforo tem obrigatoriamente um ciclo de vendas curto. Dura no máximo o tempo que o semáforo fica vermelho. Durante este período, o vendedor vai precisar de identificar o “prospect”, chamar a sua atenção, despertar o interesse e o desejo pelo produto que quer vender, e eventualmente negociar para finalmente fechar a venda. São estas as etapas que constituem o tradicional ciclo de venda.

Este é o exemplo de funil numa perspectiva de CRM, mas a verdade é que se olhar na perspectiva do cliente ele pode ser muito mais longo, e tem o funil de compra.

Funil de Vendas

Funil de Vendas

funil de vendas

Para dar um exemplo, lembro-me de um cliente na área das energias renováveis, com ciclos bastante longos onde as oportunidades de venda podem levar vários anos desde o início do processo até ao fecho da venda.

É para este tipo de venda, a de ciclo longo, que o pipeline se torna mais útil. Quanto mais longo o ciclo de vendas, mais importante se torna fazer uma boa “gestão do pipeline”. Podemos definir como regra geral que, se determinado canal de vendas leva mais que uma a duas semanas a fechar uma venda, o pipeline já trará benefícios importantes.

Quer isto dizer que o “Pipeline”, no fundo, é o mapa das etapas que formam o ciclo de venda de determinado canal de vendas. Se o quiser alargar e partir ainda mais deve estudar o funil de marketing ou caminho do comprador .

Gerir o Funil de Vendas
Chamamos “Gestão do Pipeline” a um conjunto de conceitos e ferramentas de gestão de vendas que traz à gestão das oportunidades de vendas vivas neste momento, e tratadas pela linha de frente, uma grande visibilidade, objectividade e eficácia

Uma boa gestão do pipeline começa no desenho ou mapa do ciclo de vendas. O ciclo de vendas é diferente de empresa para empresa. Da mesma forma, cada canal de vendas, cada segmento, cada sector de mercado, tem também ciclos diferentes. As etapas que definem este ciclo também podem ser diferentes.

Como exemplo, há empresas com ciclos de vendas de 12 etapas, e outras com 3 etapas; e todos realizam uma boa gestão do pipeline. Muitas pessoas pensam que, para fazerem uma boa gestão de pipeline basta comprarem um sistema de CRM com automação da força de vendas ou SFA – Sales Force Automation e já está, mas não chega!

Ferramentas de Gestão do Funil de Vendas
Na verdade, mais uma vez, o CRM é apenas uma ferramenta, que precisa de ser bem customizada, parametrizada e correctamente utilizada pelos colaboradores e gestores.

Há negócios em que uma folha de Excel bem montada, por exemplo, é muito mais útil que um sistema caríssimo mal configurado e mal utilizado. O sucesso da gestão do pipeline de vendas depende de 3 factores básicos:

O desenho do ciclo de vendas e a compreensão das particularidades do processo em cada canal de vendas da empresa;
A escolha e o desenvolvimento da ferramenta de apoio a vendedores e gestores;
Uma gestão eficaz do pipeline de vendas
O fracasso da gestão do pipeline de vendas pode ocorrer em qualquer uma (ou mais de uma) das etapas acima.

Por
Fernando Coimbra Lopes
Pai, Empreendedor, Formador, Orador, Surfista, apaixonado por fazer o futuro acontecer… todos os dias a aprender. Lema: pare de vender – ensine o cliente a comprar! No dia a dia trabalha com empreendedores o SMarketing=Sales+Marketing

Link Original: http://www.nho.pt/blog/bid/129667/O-Que-o-Pipeline-ou-Funil-de-Vendas

Top 5 ferramentas de marketing digital gratuitas

empresa-marketing-digital

Você sabia que é possível fazer excelentes campanhas de marketing digital utilizando ferramentas gratuitas? Sim. É possível. Com elas você consegue fazer ótimos trabalhos, mostrar um excelente resultado para os seus clientes e ainda economizar.

Com as ferramentas gratuitas de marketing digital você consegue alavancar vendas, criar e até mesmo reinventar conceitos de campanhas do seu cliente. E, você há de concordar, para quem está começando, os recursos são bem escassos.

Mas fique tranquilo, pois com estas 5 dicas de ferramentas gratuitas você conseguirá trabalhar muito bem e trazer excelentes resultados.

1. Google Analytics: Esta é uma ferramenta gratuita do Google. Com ela, você consegue monitorar todo o site do seu cliente. Exatamente. Esta é uma ferramenta que é indispensável até mesmo para as grandes empresas que possuem altos recursos.

O diferencial desta ferramenta é que você consegue saber quantas pessoas acessaram o site de sua campanha, quantas pessoas compraram ou tiveram interesses em tais produtos, quantas pessoas estão acessando o seu site por meio das redes sociais, e muito mais! Vale muito a pena.

2. Traffic Travis: Esta é uma das melhores ferramentas de SEO existentes no mercado. E o melhor é que ela é gratuita. Esta ferramenta é muito utilizada por consultorias de SEO.

O que ela oferece? Ela mostra a você como é possível o site de seu cliente chegar ao topo das buscas orgânicas do Google. Isso é excelente. Esta ferramenta possui uma versão mais completa que é paga, mas você consegue ter muitas funcionalidades já na versão gratuita e ter bons resultados em suas campanhas.

3. Mailchimp: Esta é uma excelente ferramenta de disparo de e-mails marketing. Ela possui muitos recursos gratuitos que irão te ajudar e muito! Ela é realmente sensacional e serve para quem envia um número baixo de e-mails marketing. Ela oferece o serviço gratuito de 12 mil mensagens gratuitamente.

E o que é bom também nesta ferramenta é que você consegue adicionar em sua lista de disparo 2 mil novos contatos (e-mails) por mês. Além disso, o Mailchimp é bastante intuitivo e de fácil usabilidade.

4. Survey Monkey: Esta é uma ferramenta gratuita que serve para fazer pesquisas online. A Survey Monkey serve para que você consiga tomar decisões em cima das informações obtidas nos questionários. E o melhor de tudo é que ela é gratuita. Muitas empresas grandes utilizam esta ferramenta para tomar as suas decisões.

5. Google Trends: Esta é uma ferramenta gratuita do Google. E pode ser considerada uma das mais importantes de todas as ferramentas. Exatamente. Desde pequenas empresas às maiores utilizam o Google Trends para encontrar quais palavras-chave são mais buscadas pelos usuários.

Com isso é possível montar toda uma estratégia para conseguir mais visualização e retorno em suas campanhas. Ela é uma ferramenta de busca muito, mas muito fácil de usar e bastante intuitiva. Ela também mostra as palavras-chave mais quentes por região. Isso é muito importante.

Além disso, você consegue fazer comparações de palavras-chave para ver quais são mais procuradas e tomar a decisão certa. Vale muito a pena.

Existem muitas outras ferramentas gratuitas de marketing digital no mercado de alta qualidade, busque sempre se atualizar seguindo um blog de marketing digital ou portais reconhecidos para obter mais informações.

Por
Henrique Aren Troitinho
Profissional certificado pelo Google e a mais de 8 anos atua na área de e-commerce, focado em performance de links patrocinados, SEO, Analytics e consultoria de implementação de novas lojas. Participou de projetos como Netshoes, Hope Lingerie, Gradiente, Altenburg, Nespresso, Creative Cópias, Meia de Seda, Elsys, Compre da China, Planet Girls entre outros. Bacharel em Sistemas de informação pela Faculdade Rio Branco, hoje é o CEO da Score Media Marketing digital, aonde participou de mais de 45 projetos de e-commerce com um índice de 93% de satisfação.

Link original: https://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/top-5-ferramentas-de-marketing-digital-gratuitas/

Fale Conosco