Gartner Peer Insights

Gartner

O Gartner é uma empresa de consultoria que atua em nível mundial desenvolvendo análises e tendências do mercado de tecnologia.

Ele possui um site muito interessante chamado Gartner Peer Insights que mostra um ranking de reviews dos produtos de diversas empresas.

Gartner Peer Insights

Gartner Peer Insights

Os reviews são escritos por profissionais que atuam com os produtos e tecnologias. Você mesmo pode acessar o site e escrever um review sobre um produto, descrevendo sua experiência com ele.

Você também pode consultar reviews de um determinado produto ou comparar os melhores produtos dentro de um determinado mercado.

Gartner Peer Insights Review

Gartner Peer Insights Review

Gartner Peer Insights Ranking

Gartner Peer Insights Ranking

 

Google – Campus São Paulo

Google Campus SP

Google Campus SP

No início de junho / 2016 o Google inaugurou um novo Campus em São Paulo. O local fica na Rua Coronel Oscar Porto, 70, próximo ao metrô Brigadeiro na região da Av. Paulista.

Acesso livre para todos os membros

Com acesso Wi-Fi gratuito, uma energia contagiante e muitas pessoas interessantes, o Campus Cafe é um ótimo lugar para resolver coisas, fazer uma pausa, trocar ideias com colegas e conhecer pessoas com os mesmos interesses e objetivos. Aqui você recarrega suas energias com um delicioso café e alimentos saudáveis. São dois andares com acesso liberado para todos os membros do Campus, sem precisar agendar horário e sem processo seletivo. Todos são bem-vindos.

A equipe do Campus

Campus é uma rede global de espaços onde grandes ideias estão moldando o futuro. Operado pelo time do Google for Entrepreneurs, temos uma equipe dedicada ao Campus, empenhada em criar uma comunidade startup de muito sucesso. Fale com a gente em nossas redes sociais ou venha conhecer nosso espaço pessoalmente.

Google Campus SP

Google Campus SP

 

 

Entenda o que é ‘disrupção’ e saiba como ela ameaça as empresas

Inovação

Primeiro passo é entender esse conceito, que está por trás do sucesso de empresas como o Google, a Netflix e a Apple

‘Disrup’ o que ? Se você não conhece essa palavra, está na hora de aprender. Ela está por trás das mudanças bruscas no mundo empresarial, na forma como consumimos produtos e serviços e no sucesso de empresas como Netflix, Google, Apple e Microsoft.

O termo “disrupção” foi cunhado pelo professor de Harvard Clayton Christensen. Ele é usado para descrever inovações que oferecem produtos acessíveis e criam um novo mercado de consumidores, desestabilizando as empresas que eram líderes no setor. Segundo o professor Kip Garland, da Fundação Dom Cabral, as tecnologias disruptivas, quando surgem, têm qualidade inferior aos produtos que dominam o mercado, mas eventualmente elas acabam ganhando terreno. “Foi o que aconteceu com o Youtube. Quando foi lançado, os estúdios davam risada. Quem iria querer assistir um vídeo de má qualidade, feito em casa? Os grandes estúdios não estavam preparados para responder a isso”, explica.

O mesmo ocorreu com as câmeras digitais. Inicialmente ignorada pelos fotógrafos profissionais pela qualidade ruim, elas ganharam a simpatia de fotógrafos amadores até substituírem completamente a tecnologia mais antiga.

Se na era ‘analógica’, as inovações disruptivas levavam anos ou até décadas, para se consolidar, o desenvolvimento da internet foi um terreno fértil para reviravoltas. Uma das empresas a surfar nesta onda foi a Netflix. O serviço ajudou a colocar uma pá de cal nas locadoras de vídeos, permitindo aos usuários o acesso online a vídeos e séries com poucos cliques e um precinho camarada (R$ 19,90 por mês). Em abril, a empresa atingiu o valor de U$S 32,9 bilhões na bolsa, superando a CBS, emissora líder de audiência dos Estados Unidos.

As altas cifras explicam porque nove entre dez empreendedores da área de tecnologia desejam ser disruptivos. Mas, para especialistas, poucos cumprem estes critérios. Aplicativos como Uber e AirBnb têm sido apontados como disruptivos, mas se eles realmente vão remodelar o mercado, só o tempo irá dizer. Christian Gessner, diretor-geral do Airbnb no Brasil, diz que o serviço tem um lado disruptivo, mas não ameaça a indústria hoteleira. “O mercado ficou maior através do AirBnb. Mas estamos atuando em indústria global de trilhões de dólares, numa parte tão pequena que não tem tanto impacto”, afirma.

Já o aplicativo Uber, que oferece transporte em carros particulares e rivaliza com o táxi, também tem sido apontado como um disruptivo (apesar de nem sempre ser mais barato). “Qualquer um que entre em um mercado consolidado oferecendo outra solução, pode ser considerado disruptivo. A missão da Uber é melhorar a mobilidade urbana nas cidades. Oferecemos um modo fácil para uma pessoa solicitar os serviços de um motorista particular”, diz Fábio Sabba, porta-voz do Uber no Brasil.

No caso do Uber, há um entrave para a disrupção, pois ele atua em um mercado regulado. Para Leonardo Gomes, professor da FEA-USP, os governos precisam estar atentos para não alijarem as novas tecnologias. “Quando o automóvel surgiu, o governo britânico tentou proibir que os carros ultrapassassem a mesma velocidade das pessoas caminhando. Isso levou os empreendedores para os Estados Unidos”, lembra.

Entre as empresas de tecnologia, há uma corrida para se desenvolver inovações disruptivas. A aposta da Intel é na “internet das coisas”, ou seja, na comunicação entre objetos pela rede mundial de computadores. Os dados serão armazenados na nuvem. Difícil de visualizar?

Fernando Martins, diretor-executivo da Intel, exemplifica. “O painel do veículo vai ser conectado em uma série de serviços, como o seguro. A seguradora poderá monitorar como você dirige. O motorista consciente terá seguro mais barato”, diz. A Intel atua, por exemplo, em projetos com a GE para monitorar turbinas de avião, em que é é possível saber com precisão qual é o momento correto para fazer a manutenção de cada uma. “Hoje, a Intel está presente em 97% da nuvem. Há uma série de usos disruptivos que vão entrar na vida das pessoas, e a gente trabalha muito com futurismo, olhando dez anos para o futuro”, diz. Quem não fizer esse exercício de futurologia, pode acabar sendo “disruptido”.

LUISA BRASIL

fonte: http://odia.ig.com.br/noticia/economia/2015-06-28/entenda-o-que-e-disrupcao-e-saiba-como-ele-ameaca-empresas.html

Micro-Momentos

Micro-Momentos

Hoje eu assisti uma apresentação que falava sobre a mudança no comportamento dos consumidores em função do aumento no uso dos smartphones.

Nessa apresentação, a palestrante, uma pessoa da área de Marketing do Google, falava sobre o comportamento da nova geração, os Millennials, que de forma bem simplista são as pessoas nascidas 100% conectadas com a internet e ao meu ver que estão entre as gerações Y e Z, nascidos no final da década de 90 em diante.

A palestrante falou sobre diversos assuntos: disrupção, showrooming, internet of things, mas um que me chamou bastante atenção foi o conceito de Micro-Momento.

Neste link tem um site do próprio Google que fala bastante a esse respeito.

Sob o olhar do comportamento de consumo, o Micro-Momento é aquele em que a pessoa tem a necessidade de algo, produto, serviço, resposta, solução ou o que quer que seja e inicia uma busca ou ação para atender de forma imediata a essa necessidade. Isso se dá através do uso de dispositivos conectados a internet, como smartphones, tablets, relógios ou TVs.

Essa mudança no comportamento parece o caminho natural para a evolução do uso desses dispositivos e do consumo das pessoas, pois antes não tínhamos dispositivos 100% conectados a uma grande rede e capazes de nos responder de forma imediata a qualquer tipo de situação.

O bacana disso é que a visão de estratégia de mídia e marketing precisará ser repensada pelas empresas, pois a forma de consumo mudou e a facilidade de comunicação com os consumidores e entre eles é algo totalmente novo que deve ser explorado de novas formas.

O jeito antigo de se vender pela internet ou chamar a atenção com anúncios em sites e e-mails precisará ser repensado por várias indústrias e mercados.

Hoje em dia é muito comum uma pessoa assistir a um comercial na TV, que é uma mídia tradicional, e imediatamente pegar o celular ou tablet para buscar mais informações sobre aquele produto. Porém muitas vezes, o que a pessoa encontra no site, não é atrativo ou impactante o suficiente para que a pessoa tenha a resposta desejada.

O momento em que a pessoa ficou interessada e buscou mais informação na internet foi um micro-momento em que um negócio poderia ter sido realizado e se a empresa não estiver preparada para atender a esse micro-momento, está desperdiçando oportunidades.

Um exemplo comum, quando pegamos um táxi e nos deparamos com um grande trânsito até o nosso destino ou quando aguardamos um voo que está atrasado. Muitas vezes aproveitamos o tempo para pagar contas, fazer transferências, pesquisar produtos ou nos manter atualizados nas redes sociais e sites de notícias. Esses são micro-momentos, em que dentro de um grande-momento, utilizamos uma fração do tempo para realizar alguma ação através da internet.

O Google tem várias pesquisas, análises e indicadores que demonstram como está aumentando o uso de dispositivos móveis no Brasil e no mundo. Chega a ser até redundante escrever que o Google tem “informações” sobre isso, pois a modesta missão deles nada mais é do pegar toda a informação do mundo e organizar para que possa ser encontrada de forma simples e ágil. Mas não podemos esquecer que eles são um dos líderes no mercado de tecnologia para smartphones e dispositivos móveis com a plataforma Android, lutando de igual para igual, senão ganhando, da Apple e Microsoft, então faz todo sentido que eles olhem com muita atenção para a mudança do comportamento das pessoas.

Seja pelos Millennials, pelos geeks da geração X, pela adoção do uso da tecnologia com a aquisição de dispositivos smart por novos consumidores ou com a chegada de infra de comunicação de alta velocidade em novas regiões, todos que estiverem conectados e com aparelhos que permitam o uso de aplicativos, farão uso deles em vários momentos do dia para atender as necessidades dos seus micro-momentos.

Quem conseguir entender os micro-momentos das pessoas e criar soluções personalizadas para satisfazer as necessidades delas poderão alavancar bons negócios para suas empresas.

 

Izandro Pereira

Proprietário da NS4B, formando em Ciências da Computação, arquiteto de software, gerente de projetos, analista de sistemas, tecnologia, bancos de dados e programador por amor.

 

 

Feira do Empreendedor 2016

Feira do Empreendedor 2016

Estivemos presentes na Feira do Empreendedor organizada pelo SEBRAE que aconteceu de 20 a 23 de fevereiro de 2016 no pavilhão do Anhembi.

Apresentamos o SISIN – Sistema Integrado para gestão empresarial, nossa nova solução web e em plataforma cloud (nuvem) para pequenas empresas. Também oferecemos nossas soluções em projetos de sistemas de informação, portais web, business inteligence e consultoria.

Agradecemos a todos os visitantes que estiveram presentes e que conversaram conosco.

É sempre muito bom participar desse tipo de evento e fazer novos contatos.

Se quiserem saber mais sobre nossas soluções, entrem em contato conosco: (11) 2366-5521.

New Office

Começamos 2015 de casa nova.

Mudamos nossas operações para um novo escritório, sede própria.

Nosso novo endereço é Rua Bom Pastor, 2.224 – Conjunto 1502
Cep 04203-002 – Ipiranga – São Paulo / SP.

Novo telefone: (11) 2366-5521

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